terça-feira, 14 de abril de 2026

01/02/2026 PARTE 3: HERMANN J. WIEMER VINEYARD

    Para nós, acostumados com cenários verdes praticamente o ano todo, este, branquinho, é bonito demais...pelo menos quando ainda é novidade...hehehehe... 

    Mas por enquanto, é lindo.


HERMANN J. WIEMER

    O legal da região é que todas as vinícolas aceitam "walk-ins", ou seja, podemos chegar que seremos atendidos sem reserva.

    Hoje, a vinícola mudou de mãos, Hermann vendeu para o enólogo que foi seu aprendiz e um sócio, ficou velho e não possuia herdeiros para continuar o legado.

    Adivinha qual garrafa fez meus olhos encherem de lágrimas de emoção...hehehehehe...a Magnum, óbvio...hehehehehe...

    Espumante chardonnay muito legal.

    Aí veio um espumante, também produzido pelo método tradicional, mas 100% riesling, chamou muito a nossa atenção.

    Aí vieram os riesling tranquilos, não precisam de comentários, todos excelentes, acho que a região está a caminho de produzir esta casta de forma muito competitiva, qualidade já tem, preços também, falta apenas ser mais conhecida no mainstream vinícola. O que não é difícil pela proximidade de grandes cidades americanas.


    O Cabernet Franc também muito bom.

    Já o Julia Field foi o que menos agradou, um estudo feito em co-fermentado, que não seria muito problema a não ser que: 35% Cabernet Franc, 33% Blaufrankisch, 13% Zweigelt, 8% Affentaler, 4% Lagrein, 2% Schioppettino, 2% Merlot, and 2% Cabernet Sauvignon eu acho um certo exagero de castas...longe de ser ruim, mas não agradou.



    Partimos almoçar...

    Lugar muito legal, vinícolas pequenas, possibilidade de conversar com proprietários, voltaremos um dia.



segunda-feira, 13 de abril de 2026

01/02/2026 PARTE 2: HICKORY HOLLOW

 

    Parece que os dois aí embaixo pegaram o caminho errado...hehehehehe...



NKENDALLWINES.COM

    Um domingão, tudo branco e a mãe do dono da vinícola de plantão nos atendendo. Vinícola pequena, mas muito bem indicada e como sempre digo, não há curioso neste ramo, brancos muito legais e o Pinot Noir muito interessante. Principalmente pq tivemos a oportunidade de experimentar duas safras com 10 anos de diferença.

    O 2023 e o 2013, dois muito bons, o mais antigo, com nítida evolução, as ainda muito bom, como a ideia é tomar daqui alguns anos comprei o mais recente. Cor linda...

    Cabernet Franc também muito bom.

WINE ENTHUSIAST

    Um dos 40 winemakers/tastemakers abaixo de 40 anos por uma das publicações mais importantes dos EUA.



sexta-feira, 10 de abril de 2026

01/02/2026 PARTE 1: HILLICK & HOBBS

     Dia de vinhos, acordamos na beira do lago, café da manhã e partimos...


    Com um certo receio, afinal havia nevado durante a noite, o que eles chamam de powder (pó), e como na véspera a ribanceira estava escorregando, imagina subir...hehehehehe...mas deu tudo certo, saímos.

    No caminho estava do jeito aí de baixo, uma ventania jogando a neve na estrada e balançando o carro, com toda cautela continuamos.


    Chegamos...

    Vinícola do Paul Hobbs, o fundador e proprietário da Vina Cobos, a Argentina, sempre falo que não tem mais curioso neste ramo, o Hillick do nome é o sobrenome da mãe dele. Com o tempo que estava, foi bom mesmo colocar a bandeirinha de "aberto"...hehehehehe...

HILLICK & HOBBS

    A vinícola é especializada em Riesling, e vou te falar, todos bons, independente da safra.

    Propriedade tem 95 ha.

    Nem preciso dizer que estávamos sozinhos na vinícola e consegui miguelar e deixar minha sobrinha experimentar os vinhos.

    Tudo bom...inclusive o 2021 já com uma evoluçãozinha...

    Mas...o Cabernet Sauvignon de Napa, da vinícola que ele toca com a filha lá, não foi grande coisa, uma pena, pq nós estamos acostumados com o alto nível dos vinhos da Cobos e adoramos os tintos da California, este achamos mais ou menos, melhor ficar com os Rieslings mesmo.

    Ainda de boas...sóbrios.

COBOS


    Lugar é lindo...




terça-feira, 7 de abril de 2026

31/01/2026 PARTE 4: THE OFFICE & SCRANTON

    Ainda na Pennsylvania, Scranton ficava no caminho para Ithaca, NY, conhecida como "cidade elétrica" pq foi a primeira cidade dos EUA a ter energia elétrica disseminada a partir de 1880 e a primeira a ter bondes elétricos.

    Em um passado recente, mais conhecida por ser a cidade onde se passa a versão americana do seriado The Office. Nós assistimos pouco episódios, mas minha irmã e meu cunhado amam o seriado, então nos sentimos na obrigação de achar algumas locações. Logo na chegada, tem o mural pra ficar claro que não erramos de cidade.

THE OFFICE OPENING

    Centro da cidade, típica cidade do interior dos estados do nordeste dos EUA.

SCRANTON


    E a principal imagem do seriado, aparece na abertura de todos os episódios, o link da abertura está aí em cima.




    A partir daí, só chegar em Ithaca, casa na beira do lago Cayuga, um dos Finger lakes, no norte do estado de NY, descer esta pirambeira com o carro escorregando não foi legal...hehehehehe...

    E a partir deste ponto, descer a pé até a casa, carregando TODAS as malas da viagem...hehehehehe...só imaginava a subida daí 3 dias...hehehehehe...

    A noite, encontramos o resto da trupe da viagem, Zé, Claudinéia, Júnior, Gabriel, Queven e as crianças, combinamos de jantar, primeiro restaurante, lotado, não nos aceitaram, fomos para o segundo, mais de uma hora esperando...quase perdi a paciência, mas turma grande, nos EUA, realmente só atendem rápido se tiver reserva. A comida também foi mais ou menos, perrenguinho de leve, amanhã melhora.