domingo, 10 de maio de 2026

04/02/2026 PARTE 5: AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY E

     O AMNH não possui a melhor nem a maior exposição de dinossauros que já vimos, mas onde tem dinossauro, tem Alessandro rodeando, nunca enjoei e pelo jeito nunca enjoarei.

    Mas este dois quadros com os dinos em tamanhos reais ficarem bem legais.

O fóssil na imagem é de um Prestosuchus, especificamente da espécie Prestosuchus chiniquensis.

Embora se pareça com um dinossauro, o Prestosuchus era, na verdade, um réptil arcossauro rauisuquiano, um parente distante dos crocodilos modernos que viveu durante o período Triássico, há cerca de 240 milhões de anos.
Algumas características notáveis deste fóssil incluem:

  • Origem: Seus fósseis foram encontrados originalmente no Brasil.
  • Predador Ápice: Foi um dos maiores carnívoros terrestres de sua época, chegando a medir cerca de 6 metros de comprimento.
  • Crânio: Possui dentes grandes e serrilhados, típicos de um predador

 Apex é o nome do esqueleto de Estegossauro (Stegosaurus) que se tornou famoso por ser o fóssil mais caro já vendido em leilão (cerca de US$ 44,6 milhões) e que agora está em exibição no (AMNH)
    Diferente do Prestosuchus da imagem anterior, o Apex é um dinossauro herbívoro do período Jurássico.



    E como sempre, o T-REX, este é especial, encontrado em Montana, foi o primeiro a ser montado e exibido no mundo, em 1915.  Tem o crânio completo e foi utilizado para a logo de Jurassic Park. Até 1990 estava montado na posição vertical (como Godzilla), após, com novas pesquisas, alteraram para a posição "moderna" com o rabo levantado.

    Um jovem...

    A tropa reunida para uma foto!!!

    E aqui, as meninas.

    Alossauro, sempre presente.



sábado, 9 de maio de 2026

04/02/2026 PARTE 3: AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY C

     Elbaíta é um mineral colorido e valioso do grupo da turmalina, conhecido por criar a maioria das turmalinas gema, com uma paleta de cores vasta que inclui verde, vermelho, azul, rosa e variedades multicolores. Encontrada em pegmatitos graníticos, a elbaíta é um borossilicato complexo de lítio e sódio, famosa por suas estriações verticais e cristais prismáticos. Detalhe que esta veio do Brasil.

O mineral na imagem é a estibina (também conhecida como antimonita ou estibinita), um sulfeto de antimônio com a fórmula química.
Este mineral é a principal fonte de antimônio, um metal utilizado para endurecer ligas metálicas e em diversas aplicações industriais. Suas principais características incluem: 

  • Localização Comum: Espécimes grandiosos como o da foto são frequentemente encontrados em museus, como o Museu Americano de História Natural (AMNH), que possui uma amostra famosa vinda da mina Ichinokawa, no Japão. Que é exatamente o caso deste da foto...hehehehehe...

Este mineral é a malaquita, um carbonato de cobre de cor verde intensa, facilmente reconhecível por suas formações botrioidais (em forma de cachos ou bolhas) e seus padrões de faixas concêntricas em diferentes tons de verde.
Aqui estão algumas informações principais sobre este mineral:

  • Fórmula Química: \(Cu_{2}CO_{3}(OH)_{2}\). É um mineral secundário que se forma pela oxidação de depósitos de cobre.
  • História e Usos: Os antigos egípcios usavam a malaquita pulverizada como pigmento para maquiagem e pinturas. Hoje, é muito valorizada em joalheria, objetos de decoração e por colecionadores de minerais
Este exemplar específico, com sua textura aveludada e formas arredondadas, é típico de grandes depósitos encontrados na República Democrática do Congo, embora também seja encontrada em outras partes do mundo, como China, Rússia e Brasil.

Este mineral espetacular é a aragonita azul (frequentemente associada à calcita), apresentada em uma formação de estalactite ramificada. 
Este exemplar específico está em exibição no Museu Americano de História Natural (AMNH), em Nova York, na ala Mignone Halls of Gems and Minerals. Aqui estão os principais detalhes sobre ele:

  • Composição e Cor: A aragonita e a calcita são polimorfos de carbonato de cálcio (\(CaCO_{3}\)). A vibrante cor azul celeste deve-se à presença de traços de cobre no ambiente onde o mineral se formou.
  • Origem: Como indicado na placa ao fundo da imagem, este espécime provém das famosas minas de cobre de Bisbee, Arizona, especificamente de áreas como a Lavender Pit ou a Copper Queen Mine.
  • Formação: Ele se desenvolveu em "cavernas de oxidação" dentro das colinas de calcário, onde a água carregada de minerais criou essas estruturas semelhantes a corais ou agulhas ao longo de milhares de anos.

Este enorme bloco é conhecido como a Singing Stone (Pedra Cantante), um espécime massivo de minério de cobre em exibição no American Museum of Natural History (AMNH), em Nova York. 
Aqui estão os detalhes principais sobre esta peça fascinante:

  • Composição: Ela é composta predominantemente por azurita (azul vibrante) e malaquita (verde), ambos minerais de minério de cobre.
  • Origem: O bloco foi coletado em 1891 na Mina Czar, em Bisbee, Arizona.
  • Nome: Recebeu o nome de "Singing Stone" devido aos sons que os mineradores ouviam enquanto trabalhavam no local de onde foi extraída.
  • Importância: É um dos objetos mais icônicos do salão Mignone Halls of Gems and Minerals devido ao seu tamanho imponente e às cores intensas. 
A azurita e a malaquita são minerais secundários de cobre que frequentemente se formam juntos através da oxidação. 

Esta imagem mostra um geodo de ametista gigante, uma das peças centrais dos salões Mignone Halls of Gems and Minerals  no museu.


Este exemplar impressionante possui as seguintes características:

  • Dimensões: Tem cerca de 3,6 metros de altura (12 pés) e pesa aproximadamente 4.000 kg.
  • Origem: Foi descoberto no Uruguai, uma região famosa por produzir alguns dos maiores e mais profundos geodos de ametista do mundo.
  • Formação: Começou a se formar há cerca de 135 milhões de anos, quando bolhas de gás ficaram presas em magma resfriado, criando cavidades que foram preenchidas lentamente por água rica em minerais.
  • Cor: Os cristais eram originalmente quartzo incolor, mas tornaram-se roxos devido à radiação natural da Terra e a traços de ferro presentes durante milênios


    Aí chegamos na ala dos meteoros...

    Maior parte deles é feita de Ferro, o grandão abaixo é o da Groenlândia na lista acima.

    Esta cratera fica no Arizona, fomos lá em 2013, colocarei o link abaixo da foto.



terça-feira, 5 de maio de 2026

04/02/2026 PARTE 2: AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY B

     Uma das maiores cabeças Olmecas, a original pesa quase 20 toneladas.

Os Olmecas foram a "civilização mãe" da Mesoamérica, florescendo no sul do México (Veracruz e Tabasco) aproximadamente entre 1500 e 400 a.C.. Conhecidos por esculpir cabeças colossais de pedra, desenvolveram a primeira pirâmide e jogo de bola na região, influenciando profundamente civilizações posteriores, como maias e astecas.


O ponto-chave é que o Royal Tombs of Sipán deixa um legado permanente no museu: uma recriação de tumba de elite que  aparece na Hall of South American Peoples.

A tumba do chamado “Senhor de Sipán” (descoberta em 1987 no Peru) foi revolucionária porque:

  • Mostrou uma sociedade altamente hierárquica e rica
  • Incluía ouro, prata e ornamentos complexos
  • Revelou que líderes eram enterrados com seguidores sacrificados
  • Foi comparada, em importância, a descobertas como Tutancâmon (em termos de contexto intacto)

O AMNH recriou esse tipo de tumba para mostrar como os arqueólogos realmente encontram os sepultamentos, não apenas os objetos isolados.

Essa estrutura é o impressionante átrio central do novo edifício do museu chamado Richard Gilder Center for Science, Education, and Innovation.

Mais especificamente, você está olhando para o Kenneth C. Griffin Exploration Atrium, que funciona como o grande espaço de entrada e circulação do centro.

    Na parte de baixo, existe uma exposição de insetos vivos e plantas carnívoras., muito interessante, na foto abaixos, existem pelo menos 3 Louva-a-deus (Stagmomantis carolina).

    Nepenthes sp., uma das plantas carnívoras presentes na exposição.

    Tamanho da criança...Besouro-Hércules (Dynastes grantii)., leva este nome, pois pode carregar 850 vezes seu peso.



terça-feira, 28 de abril de 2026

04/02/2026 PARTE 1: AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY A

    Novidade? Absolutamente não, mas a dorminhoca percebeu que eu tirava fotos todos os dias dela dormindo...e mandava para os pais...

    Aí acordou...

    Café da manhã...

    Enquanto eu e a Karen dividimos uma omelete de cogumelos (feia demais para postar aqui), olha o tamanho das panquecas da mocinha...HAHAHAHAHAHA...

    E bora para o museu...como devolvemos o carro (impossível de ser usado em NY para pessoas normais (incluindo Uber, taxi, etc...), metrô é a solução.

    Quase dormiu...hehehehe...

    Chegamos e logo que saímos do metrô vimos que retiraram mesmo a estátua de Theodore Roosevelt, que foi presidente e patrono de parques nacionais e conservacionista, uma das ações mais ridículas que a cultura lacradora fez.

Entramos, logo de ara, os Dinos...no saguão, antes de entrar na parte paga do Museu.

Este aí é um Alossauro (Allosaurus fragilis)...grandioso, ele é menor que o T-Rex, mas os esqueletos estão sempre mais completos.

    Simpático.

    O museu possui os melhores dioramas (que são as montagens dos animais em cenários realistas) que já vi, é nossa segunda vez aqui, mas continuamos impressionados.

Nyala-da-Montanha (Tragelaphus buxtoni)

Búfalo-africano (Syncerus caffer)

Elefante Africano (Loxodonta africana)

Bongo (Tragelaphus eurycerus)

Eland Gigante (Taurotragus derbianus)


 Grande Kudu (Tragelaphus strepsiceros)

Palanca-negra ou Sable (Hippotragus niger)

Condor-dos-andes (Vultur gryphus)