Nossos antepassados...nem parece...hehehehehe...mas é isso aí...
Os neandertais (Homo neanderthalensis) são os nossos parentes evolutivos mais próximos e uma das espécies humanas mais fascinantes que já habitaram a Terra. Eles viveram na Europa e em partes da Ásia Ocidental por centenas de milhares de anos até desaparecerem há cerca de 40.000 anos.
Embora pareçam parentes próximos dos neandertais que mencionamos antes, as figuras na imagem são de uma linhagem muito mais antiga: os Australopithecus afarensis.
Essa reconstrução específica é famosa e baseia-se nas Pegadas de Laetoli (Tanzânia), onde foram encontradas marcas de passos preservadas em cinzas vulcânicas de 3,6 milhões de anos, mostrando dois indivíduos caminhando juntos.
Esta seção transversal impressionante pertence a uma Sequoia-gigante (Sequoiadendron giganteum), e é uma das exibições mais icônicas do AMNH.
O que torna essa peça especial não é apenas o tamanho, mas o fato de ela ser uma "cápsula do tempo" biológica, o ponto, no centro, mostra que a árvore tem cerca de 1500 anos.
A árvore da sua foto é um dos espécimes mais famosos e, de certa forma, controversos da história da botânica: a Mark Twain Tree.
Aqui estão os detalhes fascinantes e tristes sobre a história dela:
1. O "Sacrifício" para Provar que Existia
2. Um Trabalho Hercúleo
3. O Local Original: Big Stump
4. A Linha do Tempo na Madeira
No final do século XIX, muitas pessoas na Costa Leste dos EUA e na Europa simplesmente não acreditavam que existissem árvores tão grandes. Achavam que as histórias vindas da Califórnia eram exageros ou farsas.
Em 1891, a árvore foi derrubada especificamente para que seções dela pudessem ser enviadas a museus e "provar" sua escala monumental.
Uma seção foi para o museu de Nova York (a da sua foto) e outra para o Museu de História Natural de Londres.
Derrubar a Mark Twain Tree não foi uma tarefa simples:
Foram necessários quatro homens trabalhando por 13 dias seguidos para conseguir derrubá-la.
Ela tinha cerca de 5 metros de diâmetro na base e mais de 1.300 anos de idade.
Infelizmente, a madeira da sequoia é muito quebradiça; quando ela caiu, grande parte do tronco se estilhaçou, o que tornou o abate "inútil" para fins de construção civil, servindo apenas para a exibição científica e educacional.
A árvore ficava no que hoje é o Parque Nacional de Kings Canyon, na Califórnia.
Se você visitar o parque hoje, ainda pode ver o "Big Stump" (O Grande Toco), que é o que restou dela.
É um local de visitação popular, onde as pessoas costumam subir no toco para tirar fotos e ter uma noção real do quão gigantesca a árvore era.
Como você viu de perto, os curadores usaram os anéis para marcar momentos históricos. Algumas das datas que costumam aparecer nessa exibição incluem:
557 d.C.: A árvore começa a crescer (contemporânea ao imperador Justiniano).
1000 d.C.: Leif Erikson chega à América do Norte.
1492 d.C.: Viagem de Colombo.
1776 d.C.: Declaração de Independência dos EUA.
1891 d.C.: A árvore é cortada.
Hoje, a Mark Twain Tree serve como um lembrete importante das primeiras campanhas de conservação. A visão de tocos gigantescos como o dela ajudou a impulsionar a criação dos Parques Nacionais para garantir que as sequoias restantes nunca mais fossem cortadas.
A baleia azul, maior animal que já habitou a terra (e continua habitando, maior que TODOS os dinossauros).
As morsas (Odobenus rosmarus) são mamíferos marinhos impressionantes e inconfundíveis, que habitam as águas geladas do Ártico. Elas desempenham um papel fundamental no ecossistema marinho e na cultura das populações indígenas do norte.
Aqui estão os aspetos mais marcantes sobre este animal:
1. As Presas Icónicas
2. Bigodes Sensores (Vibrissas)
3. Adaptação ao Frio Extremo
4. Comportamento Social
5. Conservação e Clima
A característica mais famosa da morsa são as suas presas longas, que estão presentes tanto em machos como em fêmeas.
Função: Não servem apenas para exibição. Elas usam as presas para abrir buracos no gelo para respirar, para se puxarem para fora da água (o seu nome científico, Odobenus, significa "aquele que caminha com os dentes") e como arma de defesa contra predadores como ursos polares.
Tamanho: Podem atingir até 1 metro de comprimento em machos adultos.
As morsas têm um focinho largo coberto por centenas de cerdas rígidas e altamente sensíveis.
Alimentação: Elas não usam a visão para caçar no fundo do mar escuro. Em vez disso, usam os "bigodes" para detetar moluscos, caranguejos e outros invertebrados enterrados no sedimento.
Poder de Sucção: Uma morsa consegue sugar a carne de um molusco de dentro da concha com uma força incrível.
Para sobreviver em águas próximas do congelamento, as morsas têm adaptações biológicas únicas:
Gordura (Blubber): Têm uma camada de gordura que pode chegar aos 10 cm de espessura, servindo de isolante térmico e reserva de energia.
Mudança de Cor: Quando estão na água fria, a pele parece pálida ou acinzentada porque o sangue se afasta da superfície para manter os órgãos quentes. Ao apanharem sol no gelo, os vasos sanguíneos dilatam-se e a pele fica rosada ou castanha avermelhada.
As morsas são animais extremamente sociáveis e raramente são vistas sozinhas.
Agrupamentos: Costumam reunir-se em grupos de centenas ou até milhares de indivíduos, amontoadas umas sobre as outras no gelo ou em praias rochosas.
Vocalização: São muito barulhentas, comunicando através de uma série de rugidos, assobios e sons que lembram sinos.
As morsas dependem criticamente do gelo marinho.
Elas usam o gelo como plataforma para descansar e para dar à luz. Com o derretimento acelerado das calotes polares devido às alterações climáticas, as morsas são forçadas a nadar distâncias maiores e a refugiarem-se em terra firme, o que pode causar debandadas perigosas e escassez de alimento próximo da costa.
Curiosidade: Uma morsa adulta pode pesar entre 800 kg e 1.700 kg, sendo um dos maiores
A lula gigante (Architeuthis dux) não é o predador de topo no seu habitat. O seu principal predador é o cachalote (Physeter macrocephalus), uma baleia com dentes que mergulha a grandes profundezas para as caçar.
Muitos cachalotes são encontrados com cicatrizes circulares na pele, causadas pelas ventosas das lulas gigantes, que possuem anéis de quitina afiados (semelhantes a dentes) para se defenderem durante a luta.















Nenhum comentário:
Postar um comentário